Notícias Corporativas

Cresce o otimismo do empresariado brasileiro para 2024

O empresário brasileiro está mais otimista para 2024 e isso reflete diretamente no cenário de previsão de investimentos do País. Esse é apenas um dos insights da edição do primeiro trimestre da International Business Report (IBR), realizado pela Grant Thornton, uma das maiores empresas de consultoria, auditoria e tributos do mundo. A pesquisa foi realizada com 5 mil lideranças empresariais de companhias de médio porte em 28 países e abrange diversos indicadores como receita, investimentos, empregabilidade e perspectivas sobre setores específicos, além de medir o otimismo geral sobre o futuro da economia e dos negócios. 

De acordo com os dados, o otimismo dos líderes brasileiros em relação à economia para os próximos 12 meses aumentou de 60% no fim do ano passado, para 72%. A expectativa de receita seguiu a mesma linha, com 79% dos empresários brasileiros prevendo aumentar o faturamento, porcentagem acima da média global (61%), quatro pontos percentuais (p.p.) maior do que em 2023. 

Para Daniel Maranhão, CEO da Grant Thornton no Brasil, “as incertezas, sejam no mercado nacional ou internacional, levam a mudanças de expectativas relevantes, o que nos mostrou a necessidade de aumentar a frequência da pesquisa para identificarmos os impactos no otimismo dos empresários. A pesquisa, antes semestral, passa a ser realizada trimestralmente para apresentar um termômetro ainda mais fiel ao mercado”, afirma o executivo. 

Expectativas de crescimento 

A empregabilidade é um indicador importante que aponta o crescimento da atividade econômica e reflete um mercado de trabalho mais aquecido do que no ano passado. Quando o assunto é gerar mais empregos, os líderes brasileiros têm expectativa de crescimento de 74%, aumento de dois pontos percentuais ante o semestre anterior. Esse panorama é surpreendente ao ser comparado com a média da América Latina, de 60%, e ainda mais com a média global, que ficou em 49%.

Além disso, 59% dos empresários nacionais esperam ampliar o número de países para os quais exportam nos próximos 12 meses. O aumento é de oito p.p. acima do ano passado, ainda superior à média global de 42%. Esse cenário positivo é observado também com a expectativa do aumento das exportações pelas médias empresas, que subiu de 55% no fim de 2023 para 61% nos primeiros três meses deste ano. A rentabilidade das empresas brasileiras cresceu 3 p.p., de 74% para 77%, enquanto, globalmente, o número ficou em 62%.

Outros fatores determinantes para a melhora do otimismo foram a queda da percepção de regulamentações e burocracias para o desenvolvimento de negócios, além das incertezas econômicas. No fim do ano passado, 60% do empresariado no Brasil identificou as leis e os processos burocráticos como restrições ao crescimento, já para 2024, reduziu para 53%. A incerteza econômica também apresentou forte queda, de 60% no fim de 2023 para 49% para este ano, menor do que a média global de 56%. 

“O contexto macroeconômico tem impactado diretamente os tomadores de decisão das médias empresas. Além de o Brasil se manter otimista em relação a temas como melhoria em vendas e rentabilidade, há também um otimismo direcionado à expectativa de aumento nas exportações e a intenções de investimento direto no país. Tudo isso deixa o empresário brasileiro de médio porte mais animado com os resultados que pode conseguir em 2024. Por fim, houve também uma redução nos níveis de preocupação com temas regulatórios e com a incerteza econômica, elevando o otimismo dos empresários”, completa Maranhão. 

Mais segurança no mercado = mais investimento

Os empresários também ampliaram as intenções de investimentos. No Brasil, 77% das médias empresas pretendem investir em reputação e na consolidação de sua imagem nos próximos 12 meses. A média global é de 54%.

Outro índice, apurado pela primeira vez no relatório, é das empresas que pretendem investir em iniciativas sustentáveis em 2024. Os dados do Brasil mostram que 73% das organizações estão comprometidas com ações com foco em ESG, bem acima da média global (54%) e da América Latina (53%).

  • Dos entrevistados brasileiros, 61% esperam investir em espaços de trabalho, 3 p.p. acima do ano passado. Globalmente, a previsão está em 45%.

  • Os investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento também continuam ascendentes, chegando a 66% (aumento de 3 p.p. em relação à 2023). Acima também da perspectiva global de 55%.

  • A transformação digital continua avançando, principalmente em segurança cibernética e risco digital. O investimento em tecnologia manteve destaque, 81% dos brasileiros afirmaram que investirão nos próximos meses em tecnologia, média significativamente acima da global de 66%. 

“Os dados do primeiro trimestre apontam que os empresários brasileiros estão mais confiantes  com o cenário macroeconômico e avaliam de forma positiva a geração de novas oportunidades de negócios”, avalia Maranhão.

Sobre a Grant Thornton 

A Grant Thornton é uma das maiores empresas globais de auditoria, consultoria e tributos. Está presente em mais de 147 países e conta com mais de 68.000 colaboradores. No Brasil, está posicionada nos 16 principais centros de negócios do país, contando com mais de 1.700 pessoas, atendendo empresas nas mais variadas etapas de crescimento, desde startups a companhias abertas. Com uma forma de trabalho customizada, auxilia empresas dinâmicas a atingirem seus potenciais de crescimento de forma sustentável, gerando a melhor proposta de valor para o negócio por meio de recomendações significativas, voltadas para o futuro. 

Informações para a imprensa

SMARTPR

gt@smartpr.com.br 

INSCREVA-SE E FIQUE POR DENTRO DAS NOSSAS NOVIDADES, SORTEIOS E PROMOÇÕES

Invalid email address
Prometemos não enviar spam para você.  Pode cancelar sua inscrição a qualquer momento.

Artigos relacionados

Botão Voltar ao topo

Notamos que você possui um ad-blocker ativo!

Produzir um conteúdo de qualidade exige recursos. A publicidade é uma fonte importante de financiamento de nosso conteúdo. Para continuar navegando, por favor desabilite seu bloqueador de anúncios.