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Engenharia patrimonial ganha papel-chave nos investimentos

O avanço da engenharia patrimonial entre famílias brasileiras de alta renda tem ocupado papel central na forma como o investidor organiza decisões financeiras, em um movimento sustentado pela migração progressiva de carteiras tradicionalmente concentradas em poupança para arranjos mais diversificados. Segundo a 9ª edição do Raio X do Investidor Brasileiro, divulgada em abril de 2026 pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) em parceria com o Datafolha, a participação da caderneta nas carteiras de quem já investe recuou de 75% para 61% entre 2021 e 2025, enquanto os títulos privados saltaram de 8% para 20% no mesmo intervalo — movimento que sinaliza distanciamento do perfil de "poupador tradicional" e maior demanda por estruturação patrimonial.

Análises do setor financeiro indicam que fatores como a incidência de Imposto de Renda (IR) sobre o rendimento nominal e o impacto da inflação podem levar o investidor a registrar ganhos reais reduzidos ou até estagnação patrimonial em períodos de volatilidade. A compreensão da taxa real de juros torna-se, portanto, fundamental para evitar a perda de poder de compra ao longo do tempo.

Diante desse cenário, a incorporação imobiliária é apontada como uma alternativa de alavancagem através do ganho na origem. Estudos técnicos sobre a Taxa Interna de Retorno (TIR) em empreendimentos imobiliários demonstram que a estruturação de projetos de construção pode oferecer retornos superiores aos índices de poupança e aplicações bancárias devido ao prêmio de risco e à valorização direta do ativo físico.

É nesse contexto que, do dia 25 ao dia 29 de maio, o setor de gestão patrimonial contará com o "Imersão Alavanca Patrimonial", evento digital conduzido por Adrian Carvalho, planejador financeiro (CFP) e CEO do Grupo Quartavia. O encontro focará no conceito de "Engenharia Patrimonial", apresentando métodos que integram ganhos na origem imobiliária com estratégias de locação tradicional, geração de renda recorrente e locação de curta estadia (short stay). Durante a programação, também será apresentado o "Canva da Construção de Patrimônio", uma ferramenta de mapeamento que combina os três motores essenciais para a consolidação financeira: aporte mensal, reserva de valor e capacidade de pagamento.

"A transição para a economia real permite ao investidor sair da posição de espectador do mercado para se tornar o dono da própria estrutura de geração de riqueza", afirma Carvalho. O evento apresentará estudos de caso sobre a aplicação do modelo fiduciário, focado na isenção e na busca por ativos que resistam a ciclos econômicos prolongados.

A programação de maio abordará desde o diagnóstico de capacidade de aporte até a escolha técnica de parceiros para incorporação e gestão energética, visando à construção de autonomia financeira para famílias de alta renda.

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Engenharia patrimonial ganha papel-chave nos investimentos

O comportamento do investidor brasileiro de alta renda tem passado por uma transição estratégica, distanciando-se do perfil de "poupador tradicional". A busca por ativos da economia real, como a incorporação imobiliária e a geração de energia fotovoltaica, surge como resposta aos desafios de rentabilidade real encontrados nas aplicações de renda fixa convencional.

Análises do setor financeiro indicam que fatores como a incidência de Imposto de Renda (IR) sobre o rendimento nominal e o impacto da inflação podem levar o investidor a registrar ganhos reais reduzidos ou até estagnação patrimonial em períodos de volatilidade. A compreensão da taxa real de juros torna-se, portanto, fundamental para evitar a perda de poder de compra ao longo do tempo.

Neste contexto, a incorporação imobiliária é apontada como uma alternativa de alavancagem através do ganho na origem. Estudos técnicos sobre a Taxa Interna de Retorno (TIR) em empreendimentos imobiliários demonstram que a estruturação de projetos de construção pode oferecer retornos superiores aos índices de poupança e aplicações bancárias devido ao prêmio de risco e à valorização direta do ativo físico.

É nesse contexto que, do dia 23 ao dia 27 de março, o setor de gestão patrimonial contará com o "Desafio 3 Sistemas da Renda Passiva", evento digital conduzido por Adrian Carvalho, planejador financeiro (CFP) e CEO do Grupo Quartavia. O encontro focará no conceito de "Engenharia Patrimonial", apresentando métodos que integram ganhos na origem imobiliária com estratégias de locação tradicional, geração de renda recorrente e locação de curta estadia (short stay). Durante a programação, também será apresentado o "Canva da Construção de Patrimônio", uma ferramenta de mapeamento que combina os três motores essenciais para a consolidação financeira: aporte mensal, reserva de valor e capacidade de pagamento.

"A transição para a economia real permite ao investidor sair da posição de espectador do mercado para se tornar o dono da própria estrutura de geração de riqueza", afirma Carvalho. O evento apresentará estudos de caso sobre a aplicação do modelo fiduciário, focado na isenção e na busca por ativos que resistam a ciclos econômicos prolongados.

A programação de março abordará desde o diagnóstico de capacidade de aporte até a escolha técnica de parceiros para incorporação e gestão energética, visando a construção de autonomia financeira para famílias de alta renda.

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