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Cansaço frequente levanta alerta para a saúde metabólica

O aumento de relatos de fadiga persistente tem se tornado uma observação comum em consultórios médicos de diversas regiões nos últimos anos. De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), distúrbios do sono afetam a qualidade de vida de cerca de 40% a 45% da população mundial, servindo como um dos pilares para o esgotamento físico e mental. Esse sintoma, muitas vezes negligenciado, está frequentemente associado a quadros de estresse oxidativo, alimentação pobre em micronutrientes e exposição constante a estímulos intensos, fatores que podem provocar um desequilíbrio metabólico manifestado como exaustão constante.

A Dra. Anamelia Guerra, médica integrativa, explica que o metabolismo regula a produção de energia, a resposta inflamatória e o equilíbrio hormonal. Quando esse sistema apresenta falhas, o organismo responde com redução da disposição e da capacidade de concentração. "Cansaço frequente não deve ser tratado como traço de personalidade ou consequência inevitável da vida adulta. Muitas vezes ele é um sinal metabólico", afirma a profissional.

Estudos sobre estresse oxidativo e fadiga crônica apontam que o acúmulo de radicais livres pode interferir na eficiência mitocondrial, reduzindo a geração de ATP. Além disso, a deficiência de vitaminas do complexo B e minerais como magnésio tem sido correlacionada à diminuição da performance cognitiva e física.

A profissional alerta que a utilização de estimulantes para obter energia momentânea não resolve a causa subjacente do desequilíbrio. "Estimulantes oferecem sensação temporária de energia, mas não corrigem a base do problema", comenta.

Dra. Anamelia recomenda a adoção de ajustes sustentados ao longo do tempo, como correção nutricional baseada em avaliação de micronutrientes, estabelecimento de rotina de sono regular e práticas de manejo de estresse. "O corpo responde à repetição. Energia estável não nasce de intensidade, nasce de consistência", enfatiza.

A médica conclui que manter níveis adequados de energia não constitui luxo, mas condição essencial para a saúde a longo prazo, reforçando a necessidade de intervenções preventivas e de acompanhamento contínuo.

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