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Empréstimo pessoal bem planejado evita inadimplência

O número de famílias endividadas segue em alta no Brasil, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Em fevereiro, a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) registrou que 80,2% das famílias possuem alguma dívida e 29,6% têm parcelas em atraso. Neste cenário, destaca-se a importância da organização financeira e a avaliação sobre quando vale a pena pedir um empréstimo pessoal.

De acordo com Murilo Menezes, gerente-geral da fintech Juvo, o empréstimo pode ter um papel relevante quando utilizado de forma planejada e alinhada à realidade financeira. "O crédito pode ser uma alternativa em momentos específicos, desde que esteja associado a um objetivo claro e a uma capacidade real de pagamento", afirma. O executivo lista algumas situações em que o empréstimo pode ser um aliado:

Emergências
Entre as situações mais comuns em que o empréstimo pode ser considerado estão questões emergenciais, como despesas médicas inesperadas ou eventos que exigem resposta rápida. Nesses casos, o acesso ao crédito pode ajudar a reorganizar as finanças no curto prazo.

Investimento em educação
Investimentos com potencial de retorno ao longo do tempo, como educação ou qualificação profissional, são um caso em que um empréstimo pessoal pode ser útil. Cursos de graduação, especialização ou capacitação podem ampliar oportunidades de renda futura, tornando o crédito uma alternativa viável quando há planejamento.

Capital para empreender
O empréstimo também aparece como opção para quem deseja iniciar ou expandir um negócio. Segundo Murilo Menezes, o crédito pode funcionar como capital inicial, desde que o projeto esteja estruturado. "Quando há planejamento e previsibilidade de retorno, o empréstimo pode apoiar o desenvolvimento de novas fontes de renda", explica.

Renegociação de dívidas
Empréstimos bem planejados podem ser uma boa iniciativa para a reorganização financeira. A substituição de dívidas com juros mais altos, a exemplo do rotativo do cartão de crédito, por modalidades com taxas menores pode ajudar o bolso.

Apesar das diferentes motivações para se contratar um empréstimo pessoal, Menezes destaca que a principal recomendação é avaliar o impacto das parcelas no orçamento. "Em geral, indica-se que o comprometimento com a parcela do empréstimo não ultrapasse 30% da renda mensal, reduzindo assim o risco de inadimplência", diz o executivo.

Outro ponto de atenção é a escolha da modalidade de empréstimo. Existem opções sem bens como garantia e alternativas com garantia, como imóvel, veículo ou celular, que podem oferecer taxas de juros mais baixas e melhores condições.

"A transparência das condições também é essencial. A análise de taxas de juros, prazos e encargos deve ser feita com cuidado antes da contratação, assim como a verificação da credibilidade da instituição financeira", avalia Murilo.

Com o avanço da tecnologia, o acesso ao crédito tem se ampliado no país, inclusive para públicos que historicamente enfrentam dificuldades na aprovação. Novos modelos de análise, baseados em dados alternativos, têm contribuído para tornar a concessão mais inclusiva e alinhada ao perfil de cada pessoa.

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