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Consumo de creatina avança além de esportes e musculação

A creatina se tornou, nos últimos anos, um dos suplementos mais populares: em 2023, por exemplo, superou o whey protein e foi a mais pesquisada da sua categoria no Google, segundo noticiado pela CNN Brasil. No ano passado, uma pesquisa da Soldier Nutrition, repercutida pela revista Boa Forma, também constatou que a creatina lidera a preferência dos brasileiros em todas as faixas etárias acima de 18 anos.

Com efeitos comprovados na melhora do desempenho em atividades físicas, a creatina foi, por muito tempo, vista como um suplemento de consumo apenas de atletas ou praticantes de musculação. A percepção foi mudando com o passar do tempo, e outros grupos passaram a ver a creatina como uma opção, explica Thais Figueredo, farmacêutica e responsável técnica da Quantum Nutrition, empresa especializada em suplementos alimentares.

"A creatina pode ajudar o corpo a produzir energia de forma mais rápida. Ela atua como uma reserva que entra em ação quando o organismo precisa de energia imediata, principalmente durante desempenho físico repetitivo de curta duração e alta intensidade ou momentos de maior cansaço mental. Com isso, o corpo consegue sustentar melhor as atividades do dia a dia, os exercícios e tarefas que exigem mais força, foco e disposição", descreve Figueredo. Diante desses efeitos, um público que pode se beneficiar da creatina é a população idosa. Como aponta um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Oklahoma e da Universidade Texas A&M, ambas nos Estados Unidos, a creatina, juntamente com treinamento de resistência, ajuda a aumentar a força e a hipertrofia dos músculos esqueléticos, resultando em melhor qualidade de vida para pessoas mais velhas. "A suplementação de creatina em idosos pode ajudar a enfrentar condições como fragilidade física, osteoporose e sarcopenia. Com o envelhecimento, a perda de tecido muscular, especialmente das fibras de contração rápida, diminui a força, a massa muscular e o desempenho físico, aumentando o risco de quedas, fraturas e mortalidade. A suplementação com creatina pode ajudar a fortalecer os músculos e a melhorar o desempenho físico, contribuindo para a prevenção desses problemas", destaca Figueredo.

A farmacêutica diz ainda que a creatina pode contribuir também para a saúde da mulher em diferentes fases da vida, desde que utilizada por adultas saudáveis. O suplemento pode ajudar a aumentar a disposição, reduzir a fadiga e apoiar o desempenho físico e a recuperação muscular, mesmo sem objetivo estético.

"Durante a perimenopausa e a menopausa, período marcado por alterações hormonais, a creatina pode auxiliar na manutenção da força e da massa muscular e, quando associada ao treinamento de resistência, contribuir para a saúde óssea. Já na terceira idade, seu uso pode favorecer a funcionalidade, a autonomia e o equilíbrio, ajudando na realização das atividades diárias e na redução do risco de quedas", afirma Figueredo.

A responsável técnica da Quantum Nutrition faz a ressalva de que a creatina não gera resultados imediatos, pois é um suplemento de efeito cumulativo. Para funcionar plenamente, ela precisa aumentar gradualmente suas reservas dentro dos músculos, em um processo conhecido como saturação muscular.

"Com o uso diário, esses estoques vão se elevando aos poucos e, quando atingem níveis adequados, o corpo consegue produzir energia com mais eficiência durante esforços intensos. Por isso, os resultados costumam aparecer de forma progressiva, geralmente após algumas semanas de uso contínuo, especialmente quando a suplementação é associada a uma rotina de treinos e alimentação adequada", complementa ela.

Para utilizar a creatina de forma segura e eficaz, é necessário consultar um profissional da área da saúde, respeitar as doses recomendadas, geralmente entre três e cinco gramas por dia, manter uma boa hidratação e associar o uso à prática regular de exercícios físicos.

"O uso da creatina deve ser sempre informado ao profissional de saúde, principalmente antes da realização de exames laboratoriais, evitando interpretações equivocadas dos resultados", ressalta a farmacêutica.

Para saber mais, basta acessar o site da Quantum Nutrition: https://quantumnutrition.com.br/

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